Existem eventos que só pela sua primeira edição, já se pode ver que vai dar certo. Que pelo ambiente que se cria na primeira vez e o local que é realizado, combinam.
Quando um investidor chegou em Pelotas e disse:
- Que terra de viaidinhos! Aqui é um belo lugar para fazer uma Feira Nacional do Doce.
Pronto, estava criada a Fenadoce, uma feira tarimbada pelo sucesso de seus bem-casados e viados comprando doces e se frescurando um com o outro, limpando os fios de ovos um da boca do outro.
A Festa Nacional da Uva, aquelas lindas loiras caxienses desfilando em carros abertos, com seus sorrisos de estampar o monitor e o leve abano de uma miss, além dos seus pés de marshmallow pisando nas uvas em gigantescos baldes. Mulheres lindas, uvas, tudo a ver. Quando o evento deu uma caída, implantaram o case Lasier e tudo foi sucesso.
São coisas que se encaixam. Eventos planejados não por pessoas, mas pelo próprio local. Eventos desse sucesso jamais poderiam ser feitos em outros lugares. Não seria agradável uma uva pisada por um cabra-macho do nordeste. Não teria como fazer a Fenadoce no Morro da Mangueira, no Rio de Janeiro.
Assim, nestes mesmos moldes, mas muito mais bem encaixados é a Jovens League. Este torneio foi um brilho no olho desde sua primeira rodada. Nenhum lugar no mundo seria tão perfeito quanto o bairro Azenha, na cobertura dos Bessa’s. E como ponto principal de sintonia, a melhor, maior e quase morta, mas não morta a Ala minuta do gringo. O melhor restaurante desta república. A coca cola mais gelada nos copos pretos de plástico e a cerveja quente em copos brancos de plástico, essas combinações, elas deixam o evento como único. Ele só pode ser feito ali. Ali é o lugar mundial dele.
Quando um investidor chegou em Pelotas e disse:
- Que terra de viaidinhos! Aqui é um belo lugar para fazer uma Feira Nacional do Doce.
Pronto, estava criada a Fenadoce, uma feira tarimbada pelo sucesso de seus bem-casados e viados comprando doces e se frescurando um com o outro, limpando os fios de ovos um da boca do outro.
A Festa Nacional da Uva, aquelas lindas loiras caxienses desfilando em carros abertos, com seus sorrisos de estampar o monitor e o leve abano de uma miss, além dos seus pés de marshmallow pisando nas uvas em gigantescos baldes. Mulheres lindas, uvas, tudo a ver. Quando o evento deu uma caída, implantaram o case Lasier e tudo foi sucesso.
São coisas que se encaixam. Eventos planejados não por pessoas, mas pelo próprio local. Eventos desse sucesso jamais poderiam ser feitos em outros lugares. Não seria agradável uma uva pisada por um cabra-macho do nordeste. Não teria como fazer a Fenadoce no Morro da Mangueira, no Rio de Janeiro.
Assim, nestes mesmos moldes, mas muito mais bem encaixados é a Jovens League. Este torneio foi um brilho no olho desde sua primeira rodada. Nenhum lugar no mundo seria tão perfeito quanto o bairro Azenha, na cobertura dos Bessa’s. E como ponto principal de sintonia, a melhor, maior e quase morta, mas não morta a Ala minuta do gringo. O melhor restaurante desta república. A coca cola mais gelada nos copos pretos de plástico e a cerveja quente em copos brancos de plástico, essas combinações, elas deixam o evento como único. Ele só pode ser feito ali. Ali é o lugar mundial dele.
Ciro Cauã
Ninguém o conhece. Só o treinador Daniel Chaves. Entrando na Liga, devido a normas estabelecidas pelo Conselho da Jovens League (CJL), foi estabelecida a cota de um afrodescendente na League. Decisão muito polêmica, afinal a League não tinha negros ano passado. Não porque não quisessem, simplesmente porque não tinha ninguém que quisesse participar. Em 2010, a Fifa tentou cancelar o campeonato caso não tivesse um representante negro. Membros da Jovens League responderam com ameaças de bomba e denúncias contra a integridade moral, física e sexual (se é que me entende) de Joseph Blatter. A Fifa desistiu e acionou a Lei. Maloqueiros por natureza, membros da Jovens League tão pouco ligaram para legalização do seu campeonato, afinal na Azenha, onde o comércio clandestino desfila nas ruas não há lei que se faça presente.
Diretor da Jovens League Rodrigo Bessa comenta sobre o caso:
- O Ciro é um belo dum negrão, gostei dele na primeira vista. Não tínhamos negros na CJL pelo simples fato que nenhum nos procurou. Este negrão é dos bons, a mim ele já ganhou, espero que ganhe também o campeonato.
Diretor da Jovens League Rodrigo Bessa comenta sobre o caso:
- O Ciro é um belo dum negrão, gostei dele na primeira vista. Não tínhamos negros na CJL pelo simples fato que nenhum nos procurou. Este negrão é dos bons, a mim ele já ganhou, espero que ganhe também o campeonato.
Segundo informações apuradas com Daniel Chaves, Cauã adota o estilo ofensivo, marcando sobre pressão e dá carrinho até quando o jogo já acabou. Chaves afirma que Cauã é forte candidato. De acabar com a Coca-Cola ou entupir o vaso depois de seus OITO ovos e OITO bifes, degustados no Outros 500.
Sobre sua situação no campeonato Ciro respondeu:
- Campeonato? Me convidaram pra comer ala minuta...
- Campeonato? Me convidaram pra comer ala minuta...
Ilmar Júnior
O veterano Ilmar Júnior não gosta de novidades. O treinador adota a prática do gol esperançoso das grandes finais. Em qualquer lugar do mundo, quando se está perdendo uma final, a tática mais usada é a do chuveirinho para centroavante alto na área. Ilmar gosta dessa tática desde o primeiro minuto. E muitas vezes dá certo. Muitas não, pois Ilmar ainda é um ser sem título na Grande Copa, o que não o diminui, mas o deixa angustiado:
- Não entendo. Contrato o Adebayor, Diouf, Luca Toni, Gattuso e troco o Gerrard pelo Casillas e não consigo ganhar. Não entendo.
O veterano Ilmar Júnior não gosta de novidades. O treinador adota a prática do gol esperançoso das grandes finais. Em qualquer lugar do mundo, quando se está perdendo uma final, a tática mais usada é a do chuveirinho para centroavante alto na área. Ilmar gosta dessa tática desde o primeiro minuto. E muitas vezes dá certo. Muitas não, pois Ilmar ainda é um ser sem título na Grande Copa, o que não o diminui, mas o deixa angustiado:
- Não entendo. Contrato o Adebayor, Diouf, Luca Toni, Gattuso e troco o Gerrard pelo Casillas e não consigo ganhar. Não entendo.
Nós entendemos Ilmar, mas deixa pra lá.
Júnior sonha com dias de glória, mas para isso, Cristiano Ronaldo tem que estar na ponta esquerda, senão o sonho da glória se torna novamente em fracasso.
O maior vice campeão da competição diz em alto e bom som:
- Vou chegar na final. E, bom, na final, vamos ver o que acontece.
Nós já sabemos Ilmar, nós já sabemos...
O maior vice campeão da competição diz em alto e bom som:
- Vou chegar na final. E, bom, na final, vamos ver o que acontece.
Nós já sabemos Ilmar, nós já sabemos...
Gabriel Bessa
Bessinha foi um grande ganhador no ano do torneio. Porém, suas táticas ultrapassadas e suas insistências em jogadores de um time sul-americano que perdeu para o Mazembe no Mundial de Clubes o deixou para trás. Dos céus, Gabriel desdenhava de quem tentava ajuda-lo. Em pouco tempo perdeu seu reinado e forma a personalidade de um treinador decadente, servindo a alcunha de Luxemburgo dos Pampas.
Entretanto, quem é rei nunca perde a majestade. Gabriel está se reinventando, desceu do salto e, por bastidores, trabalha forte para reconquistar o que um dia foi o seu, ser líder do ranking.
Bessinha foi um grande ganhador no ano do torneio. Porém, suas táticas ultrapassadas e suas insistências em jogadores de um time sul-americano que perdeu para o Mazembe no Mundial de Clubes o deixou para trás. Dos céus, Gabriel desdenhava de quem tentava ajuda-lo. Em pouco tempo perdeu seu reinado e forma a personalidade de um treinador decadente, servindo a alcunha de Luxemburgo dos Pampas.
Entretanto, quem é rei nunca perde a majestade. Gabriel está se reinventando, desceu do salto e, por bastidores, trabalha forte para reconquistar o que um dia foi o seu, ser líder do ranking.
Para isso, seu casamento com o centroavante Rooney foi marcado. Bessa gosta do atleta bad boy e dele, somente dele, consegue a inspiração para seus títulos. Para esconder seus treinamentos, Gabriel abandonou a família e foi morar há quilômetros de distância dela.
- Eu tenho um sonho que vai virar realidade esse ano. No fim do ano eu vou reconquistar o que nunca devia ter saído das minhas mãos.
Os repórteres ficaram indecisos se ele falava do Ranking ou do centroavante Rooney.
Rodrigo Bessa
Rodrigo é um treinador copeiro. Sempre se classificou, sendo o único treinador a participar de todos mata-mata. O grande problema de Rodrigo é a semi-final. O treinador caiu umas 48 vezes nas semis, tentou utilizar a camisa reserva, tentou mudar o teclado, tentou mudar a cueca, TENTOU MUDAR O TIME, mas não conseguiu. Bessa é o maior estudioso dentro dos gramados. Ano passado, devido ao seu seguro desemprego, dormia com a planilha embaixo do travisseiro, estudando contratações, analisando táticas e criando regras para se favorecer.
O Diretor Presidente da JL chega no ano estudando bem menos o jogo e colocando a pressão em outros treinadores.
- Estou mais atarefado esse ano, mas meu nível continua o mesmo.
Um jornalista questionou:
- Bessa, por estar no mesmo nível, o senhor vai até as semis de novo?
Bessa levantou de sua cadeira e estilo Jorge Fossatti foi pra cima de Farid Germano Filho, pseudojornalista que o treinador berra aos quatro cantos que o detesta.
Farid perdeu 21 dentes da boca e fraturou o olho com a sapatada que Bessa o acertou, quebrando os óculos e deixando o jornalista caolho.
A força utilizada por Bessa na agressão é refletida no seu treinamento juntamente com o treinador Daniel Chaves e especialmente com Ciro Cauã em engordar UM POUCO para não pagar passagem e ficar no banco da frente.
Os três treinadores desistiram da operação, mas os quilos continuam lá. Toda segunda juram uma dieta. Toda sexta estão comendo um Cachorro do Bonfa.
Chico Nasi (?)
Eu ainda não tenho certeza se o sobrenome dele é Nasi. Também não tenho certeza se o Chico vem de Francisco. Não é falha minha, mas também não é falha do Chico.
Chico é tímido nas falas, mas interage sempre bem. Dentro de campo se mostra ousado, por vezes uma pedra no sapato. O treinador Daniel Chaves o estuda desde que entrou na Jovens League. Chico assumiu o Atlético de Madrid, clube antigo do treinador Chaves, além de contratar jogadores que eram considerados pupilos por Daniel, como Walcott, Daniel Alves e outros.
- Admiro o trabalho feito pelo técnico Nasi, mas tenho um pé atrás quanto a sua conduta de buscar os jogadores que gosto de trabalhar e os clubes que gosto de trabalhar.
Eu ainda não tenho certeza se o sobrenome dele é Nasi. Também não tenho certeza se o Chico vem de Francisco. Não é falha minha, mas também não é falha do Chico.
Chico é tímido nas falas, mas interage sempre bem. Dentro de campo se mostra ousado, por vezes uma pedra no sapato. O treinador Daniel Chaves o estuda desde que entrou na Jovens League. Chico assumiu o Atlético de Madrid, clube antigo do treinador Chaves, além de contratar jogadores que eram considerados pupilos por Daniel, como Walcott, Daniel Alves e outros.
- Admiro o trabalho feito pelo técnico Nasi, mas tenho um pé atrás quanto a sua conduta de buscar os jogadores que gosto de trabalhar e os clubes que gosto de trabalhar.
O treinador Chaves acredita que somente uma ala minuta do gringo pode deixar Nasi mais a vontade na League.
Nasi busca seu título como age na JL, estilo Alexandre Pires, na música mineirinho.
Guilherme Schatsschneider
Schattss é um treinador desgraçado. Conhecido por estar morto na competição e eliminar quem ainda tem chances, Schattss ainda procura sua forma ideal. Sua preferência por Forlán deverá ser acompanhada dos outros treinadores, pois o jogador vem muito bem neste 2011. A grande amizade que tem com o treinador Gabriel Bessa, deixa em duvidas os outros membros da JL sobre as trocas feitas pelos dois.
- Nossa amizade é normal. Meu desempenho é normal. O campeonato é normal. E eu, bom, eu sou normal.
Dentro da normalidade, Schatts passa a impressão aos outros membros de um treinador leal, sincero e tranquilo. É sempre esperado alguma atitude "Sir" de Schattss, ainda mais pela sua passagem pela Inglaterra, se tornando o primeiro membro da JL a treinar no continente, que agora contam com Rodrigo Azevedo e Felipe Uhr.
Dentro da normalidade, Schatts passa a impressão aos outros membros de um treinador leal, sincero e tranquilo. É sempre esperado alguma atitude "Sir" de Schattss, ainda mais pela sua passagem pela Inglaterra, se tornando o primeiro membro da JL a treinar no continente, que agora contam com Rodrigo Azevedo e Felipe Uhr.
Daniel Chaves
Chaves é um treinador constante. Começou a League com um esquema pra frente, utilizando toques rápidos e boas tabelas. Entretanto, os melhores resultados que conseguiu foram quando usou um ferrolho gigantesco. Daniel era surrado de criticas e posicionamentos diversos com seus cinco zagueiros e um meia, chegou a final duas vezes, mas não conseguiu o feito.
- Faltou algo. Talvez mais um zagueiro e seriamos campeões.
Daniel é daqueles treinadores que você acha que ele já ganhou algo, tem quase certeza, apostaria numa roda de amigos que sim, mas não. Chaves talvez seja o mais respeitado daqueles que ainda não possui a taça tão sonhada.
Para Ilmar, Daniel defende o futebol sulamericano na competição, utilizando por vezes um futebol pra frente e outrora mais truncado.
A verdade é que Chaves é um treinador muito chorão. Chora pelo controle, chora pela câmera, chora pelo computador, chora pelo design, chora pelo monitor e chora até para ir embora. Por vezes Daniel parece ir para JL só para chorar:
- Talvez algumas pessoas pensem assim, mas eles que vão tomar no cu – diz o desbocado Chaves.
E conclui:
- Eu moro longe pra caralho, pode parecer que não gosto de ficar muito, mas por vezes chego só no domingo em casa.
Cauã, que foi convidado por Daniel para entrar na League, tem uma amizade muito próxima com o treinador:
- Ele é bom treinador, uma vez me meteu 9 a 0, ele tem gravado isso.
Vinicius Borba
NENHUMA PALAVRA definiria melhor o treinador Borba que esta: CATIMBEIRO. Vinicius usa de artifícios extra jogo para ganhar dos adversários. Nos treinos, em vez de deixar os goleiros treinarem cobranças de pênaltis, Borba pede que fiquem fingindo lesões na frente de diretores de teatro, com quem pega um relatório no fim do treino para saber quem está em melhores condições para atuar.
Conhecido no meio futebolístico por sentar na casamata adversária e ficar elogiando o time adversário com o treinador adversário, Vinicius é querido por todos.
- Ele sempre elogia meu time. Inclusive deu umas dicas de como posicionar minha zaga – diz o treinador Guilherme.
Na primeira coletiva do ano, Borba mostrou que sua característica continua:
- Todos os times são muito bons. Nunca vi tanto atleta de qualidade e treinadores de tão alto nível. Acho que estamos jogando menos, eles são melhores.
É esperar pra ver se Borba fala da boca pra fora e joga fogo no vestiário ou não.
NENHUMA PALAVRA definiria melhor o treinador Borba que esta: CATIMBEIRO. Vinicius usa de artifícios extra jogo para ganhar dos adversários. Nos treinos, em vez de deixar os goleiros treinarem cobranças de pênaltis, Borba pede que fiquem fingindo lesões na frente de diretores de teatro, com quem pega um relatório no fim do treino para saber quem está em melhores condições para atuar.
Conhecido no meio futebolístico por sentar na casamata adversária e ficar elogiando o time adversário com o treinador adversário, Vinicius é querido por todos.
- Ele sempre elogia meu time. Inclusive deu umas dicas de como posicionar minha zaga – diz o treinador Guilherme.
Na primeira coletiva do ano, Borba mostrou que sua característica continua:
- Todos os times são muito bons. Nunca vi tanto atleta de qualidade e treinadores de tão alto nível. Acho que estamos jogando menos, eles são melhores.
É esperar pra ver se Borba fala da boca pra fora e joga fogo no vestiário ou não.
William Machado
William sabe o que é futebol. Traz um estilo de jogo atrativo, envolvente e quase sempre pede opiniões aos outros treinadores. Sabe ouvir os conselhos e faz o melhor que pode. Machado tem o futebol na veia, pois ser campeão é apenas um detalhe:
- Uns vivem de título, eu vivo de futebol! – exaltou o treinador.
Para Chaves, Machado tem uma grande chance esse ano:
- O William tem uma grande chance esse ano. Tá faltando um mesário de qualidade, um cara que busque cerveja para gente, acho que o William pode ser essa peça fundamental.
No mais é isso, Machado é do tipo de treinador que gosta de estragar classificações e tem saudosas freguesias, como a do treinador Gabriel Bessa. É disto que ele vive, de futebol, de alegria.
Sua volta, em primeira instancia, não ocorrerá, mas sabemos que não vai abandonar a JL, seria uma tristeza daqueles que ainda se divertem em vez de se estressar.
William sabe o que é futebol. Traz um estilo de jogo atrativo, envolvente e quase sempre pede opiniões aos outros treinadores. Sabe ouvir os conselhos e faz o melhor que pode. Machado tem o futebol na veia, pois ser campeão é apenas um detalhe:
- Uns vivem de título, eu vivo de futebol! – exaltou o treinador.
Para Chaves, Machado tem uma grande chance esse ano:
- O William tem uma grande chance esse ano. Tá faltando um mesário de qualidade, um cara que busque cerveja para gente, acho que o William pode ser essa peça fundamental.
No mais é isso, Machado é do tipo de treinador que gosta de estragar classificações e tem saudosas freguesias, como a do treinador Gabriel Bessa. É disto que ele vive, de futebol, de alegria.
Sua volta, em primeira instancia, não ocorrerá, mas sabemos que não vai abandonar a JL, seria uma tristeza daqueles que ainda se divertem em vez de se estressar.
Gabriel Reinaldo
Soberano, Reinaldo desafia quem quiser. No topo da montanha, só vê o céu e as gaivotas. Com um belo misto de humildade e arrogância, Gabriel Reinaldo é líder do ranking da Jovens League, depois de ganhar incontáveis de vezes seguidas a League. Falou ao treinador Gabriel Bessa que ia busca-lo no ranking e buscou. Seu time jogando sempre pra frente, conta ajuda de meninos.
Claramente sintonizado com os moleques da vila, Reinaldo torceu para que Neymar estivesse em um patamar acima em 2011:
- Quero todos esses moleques aprontando no meu time. Enquanto isso eu fico com o Tobinho (ele insiste me chamar o atacante Robinho assim) e o Ibracadabra (Ibrahimovic).
Esses apelidos proferidos por Reinaldo coloca em cheque sua opção sexual, o que a CJL:
- Mentira! Condenamos, sim! Se for ficar de viadice, cai fora! – diz o diretor Rodrigo Bessa.
Enclausurado em um sitio na virada do ano, Reinaldo decidiu cair fora por um tempo então, até ter certeza do que gosta realmente:
- Até o fim do ano me decido. Até lá vou curtindo...
A reportagem não quis saber mais detalhes do que seria o “curtir”.
Volta logo REInaldo, senão seu império será dominado.
Felipe Uhr
Felipe Uhr é a alegria do campeonato e do adversário. Todos queriam ele no seu grupo nas primeiras fases, era um bullying sem Zangief, algo que deixava o treinador nervoso.
Decidiu então pagar aulas particulares do treinador Rodrigo Bessa, onde aprendeu onde era que roubava bola, onde passava, e, principalmente, onde chutava.
- O Bessa me ensinou (guspe), a mexer no joystick (guspe), devo muito a ele (guspe), acho que uns 600 reais. (guspe).
Depois dessas aulas, Felipinho jogou um futebol envolvente e chegou até a final de um dos torneios:
- Ganhar seria demasia. Eclipse do Sol é só de cem em cem anos. – diz Gabriel Bessa.
Todas as ausências serão sentidas. A do Uhr será sentida e também muito notada. Acabou a alegria, mas também acabou aqueles urros-quase-orgasmos que ele mandava. Te esperamos, babão!
Rodrigo Azevedo
A cabeça mais pensante da Jovens League. Quando Azevedo está parado, não quer dizer que ele não esteja pensando os porquês da física contemporânea e os principais questionamentos sobre a não-matéria e os prejuízos que ela poderia causar.
Perguntado ao fim de uma eliminação, Azevedo reagiu sem nexo:
- “A matéria enche os seus espaços graças às forças repulsivas de todas as suas partes, isto é, graças a uma força de expansão que lhe é peculiar, a qual tem um grau determinado, e para além do qual se podem pensar, até ao infinito, graus mais pequenos ou maiores.”
Apesar de seu pouco corte de cabelo, Azevedo é o mais querido entre os colegas. Trata as pessoas como um padre tratava, simpático, atencioso e leal com todos, Rodrigo Azevedo é sempre lembrado nos campeonatos. Principalmente pelas suas retrancas e seu misterioso affair com Drogba.
- Eu gosto daquele negrão. Ele é alto, chuta bem, passa bem e me acorda de manhã com café na cama.
Azevedo é aguardado com muita expectativa no Brasil. No seu estágio pela Europa chegou a se questionar sobre como ele estaria vivendo por lá, e até um boato sexual rolou, porém Drogba tratou de desmentir:
- Meu cabeludinho não faria isso comigo. Nos DAMOS MUITO bem, espero ele aqui com muita saudade.
Nós também, Rodrigo, nós também.














hehehe ficou muito bom tudo isso, chaves
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