quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Acho que seria um bom começo se mudarmos a regra mais capitalismo selvagem que existe que é a do campeão ter direito a primeira escolha. Eu até já fui beneficiado com essa regra e na época não me manifestei foi uma falha minha pois já achava injusto naquela época.
Quase todos temos visões igualitárias do mundo e acho que essa norma apenas centraliza o poder e distribui mal a "renda" que seriam os bons jogadores.
Ultimamente estamos muito competitivos estamos perdendo a nossa essência coletiva. Dessa forma estamos indo para o maior problema do capitalismo, o individualismo extremo, procurando trocas que só nos agradem (inclusive eu). Estamos usando jurisprudência para nos promover em detrimento de acordos coletivos.
como não faço comunicação e nunca fui bom em português peço desculpas pelas falhas linguísticas.
Deixo um link de uma musica que exemplifica o que era a Jovens League no começo.
Era sem compromissos, sem direção. Apenas amigos que deixavam o sol bater na cara e esqueciam o que os fazia mal.
http://www.youtube.com/watch?v=gqlpqSo0Cmg&feature=player_embedded#!
A retirada do Peñarol
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Hoje a Jovens League é (pós-) moderna. Há ranking, sorteio virtual, escolha de elencos, transações, BID. Até participante virtual teremos. Um escritor colombiano, chamado Gabriel Garcia Marquez, certa vez disse: “O que nós precisamos não é de modernidade, precisamos mais é de retroatividade”. A Jovens League trouxe uma grande revolução para nós, nobres viventes. O que era pra ser lúdico, ingênuo, travesso, passou a ser libado, conflituoso e, por vezes, transgressor. Os bate-papos entre amigos muitas vezes são levados para o assunto Jovens League e, muitas vezes (desculpe o pleonasmo), sendo levados a discussões totalmente desnecessárias e o mais grave: discussões sérias. A ala-minuta, a principal locomotiva, o frisson, a majestade, virou coadjuvante, secundária. O papel foi trocado pelo teclado, a ingenuidade pelo profissionalismo, a travessura por formosura e a brincadeira por obstinação. Até que ponto é verdadeiramente válido termos uma organização tão grande? Será mesmo essa a proposta de um bando de malucos por futebol? Não me atrevo em nenhum momento a dizer que a organização é o ópio da competição. Longe disso. Mas me atrevo a dizer que ela faz com que o que é para ser algo libertário, se torne em algo limitado, com fronteiras. E uma “competição” entre amigos, para mim, não pode assim ser. De imposições para cima de nós acho que estamos cheios. “Atravesse na faixa”, “Ultrapasse pela esquerda”, “Puxe a cordinha para descer do ônibus”, “Não estacione: garagem”. De regras já basta nossa Carta Magna, os códigos civil, penal, do contribuinte, caralhaquatro. O momento de amigos é para descontrair, discutir a verdadeira validade das regras (da sociedade), e não criá-las, recriá-las, legislar. Amizade é para ser ilimitada, não aduaneira.
O que quero deixar claro é que não estou pessoalizando esse protesto. Todos nós somos responsáveis pelo que cativamos. E nós cativamos essa competição para trazê-la viva até hoje. E bem viva, com grande expectativa de vida. É uma bonita e bela confraternização. Mas, em algumas coisas, tem deixado de ser saudável para mim. Por isso, retirar-me-ei da Jovens League. O Peñarol deixa sua marca como um clube anti-futebol-moderno e vai respirar os ares do futebol clássico uruguaio, onde os gramados tem crateras, as goleiras tem furo nas redes, o placar é trocado manualmente, o pau come durante a partida, mas, no fim, todos estão assando um churrasco no quintal do estádio, num agregado de tijolos e espetos enferrujados.
Carboneros se despedem de sua fanática torcida que sempre tomou a Arena Bessa
Avante, vida longa à Jovens League.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
FESTA EM ALMAGRO: UHR DESEMBARCA

Os moradores do bairro Nueva Pompeya estão enfurecidos desde ontem. Muitos não conseguiram dormir devido ao barulho dos rojões, que estourados em Almagro , bairro vizinho, ecoavam por toda vizinhança. O motivo do alarde vem de Amsterdã e é conhecido apenas por três letras.
Tão logo acabou a 17ª edição da Jovens League e começaram as especulações para onde iriam os técnicos. Muitos permaneceram em seus clubes, outros escolheram a mudança de ares. Quem acompanhou essa leva de técnicos que migrou de estádio foi Felipe Uhr. O técnico mais polêmico da Jovens League anunciou na tarde de terça-feira, 5 de outubro, o seu novo recinto. “Volto a morar em Buenos Aires porém vou treinar o San Lorenzo” afirmou ao chegar na capital argentina. O anúncio de Felipe foi o início de uma grande festa no Bairro de Flores na região metropolitana de Buenos Aires. Os adeptos do San Lorenzo estão em extase com a contratação de Uhr. “ és um treinador fabuloso” disse um torcedor. Los Cuervos, como são conhecidos, foram receber, ontem mesmo, Uhr hoje no estádio Estadio Pedro Bidegain em Almagro que concedeu coletiva logo após a apresentação. Durante a coletiva Uhr falou da negociação de dois dias, da preferencia por Buenos Aires, da grande passagem pelo Ajax e do grande desafio de treinar um time centenário. “Faremos um grande trabalho, os jogadores escolhidos sao de muita qualidade” afirmou Uhr

Elenco
O grupo de 20 jogadores, que servirão o San Lorenzo na próxima Jovens League já está definido. Nomes como Mascherano e Toldo, que já haviam trabalhado com Felipe anteriormente, estão no plantel A grande novidade é o atacante “Brasiliano” Amauri. Um dos artilheiros da Jovens League disse que irá fazer de tudo para ficar marcado na história do clube. O atacante Villa e os zagueiros Samuel e Materazzi são outros nomes consagrados que vestirão a camisa grená.
Amauri: promessa de muitos golsDe todos os grandes atletas presentes no clube de Flores nenhum, talvez, tem tanta responsabilidade como ele. Ribery chega a Almagro com o peso da camisa 10 nas costas. O meio campo terá a missão, ao lado de Mancini e Xabí Alonso, de servir a Villa e Amauri. O craque francês disse ontem, ao desembarcar no aeroporto de Buenos Aires, que garra e raça não faltarão. Sobre ser o jogador mais feio da Liga, Riberry disparou: " Sou melhor também"
Riberry vai ser um do pilares do time de Uhr
Metas
Por fim Uhr citou na coletivaos principias objetivos do clube. “Na prmeira temporada o principal é não cair. Mas tenho certeza que alçaremos voos maiores” O treinador lembrou quem seus times vem crescendo a cada competição e por fim completou: “ Não saio daqui sem um título”
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Rooney segue os passos de Zé do Maraca
domingo, 3 de outubro de 2010
SOY LOCO POR TRI AMERICA





