quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Eu só queria aproveitar o post do rodrigo pra dizer que realmente a gente precisa fazer algumas mudanças na jovens league, esse ultimo domingo foi perfeito pra percebermos isso. Mudanças mais no sentido da liberdade. Na minha opinião estão aparecendo algumas regras de cima pra baixo, o que me deixa um pouco chateado.

Acho que seria um bom começo se mudarmos a regra mais capitalismo selvagem que existe que é a do campeão ter direito a primeira escolha. Eu até já fui beneficiado com essa regra e na época não me manifestei foi uma falha minha pois já achava injusto naquela época.
Quase todos temos visões igualitárias do mundo e acho que essa norma apenas centraliza o poder e distribui mal a "renda" que seriam os bons jogadores.

Ultimamente estamos muito competitivos estamos perdendo a nossa essência coletiva. Dessa forma estamos indo para o maior problema do capitalismo, o individualismo extremo, procurando trocas que só nos agradem (inclusive eu). Estamos usando jurisprudência para nos promover em detrimento de acordos coletivos.

como não faço comunicação e nunca fui bom em português peço desculpas pelas falhas linguísticas.

Deixo um link de uma musica que exemplifica o que era a Jovens League no começo.

Era sem compromissos, sem direção. Apenas amigos que deixavam o sol bater na cara e esqueciam o que os fazia mal.

http://www.youtube.com/watch?v=gqlpqSo0Cmg&feature=player_embedded#!

A retirada do Peñarol

Hasta!


Eu recordava essa semana dos primeiros campeonatos de ludopédio virtuais que fazia com meus amigos. Um papel, uma caneta e um computador. Era o que bastava para a alegria rolar solta e o jogo se tornar uma justificativa para qualquer coisa: churrasco, conversar com teu companheiro entre uma partida e outra, entre um talagaço e outro de alguma substância proibida, entre uma profanação e outra de o que fazer depois da diversão. Eu recordava essa semana do arcadismo que eram os campeonatos. Se chegássemos até o final da competição com o saldo de gols sendo marcado era digno de estourar uma champanhota e o resultado da final ninguém lembrava no outro dia, não porque foi desimportante – jamais. Mas sim porque a companhia foi tão boa, o churrasco estava tão bom, a festa foi tão proveitosa e o trago foi respeitável. Eu recordava essa semana do que fazíamos nos sábados à tarde, antes do incremento da Jovens League. Muitas vezes dormíamos, é bem verdade. Mas outrora éramos freqüentadores de parques, como fizemos em um desses que não tivemos quórum. Tomávamos chimarrão, falávamos sobre a vida como ela é, como ela foi, como será. Chutávamos bola no gramado varzeano e inventávamos comemorações toscas para simbolizar o gol da vida real feito entre dois galhos de árvore. Marcávamos peleias contra times desconhecidos. Mas é verdade, muitas vezes passávamos tardes dormindo. Eu recordava essa semana da primitividade das nossas competições. Discussões? Somente para pegar aquele naco de carne bem passado. O que nos levava de fato a reunir a juventude era a celebração. Não existia rivalidade. Disso já basta um ser colorado outro gremista. Não existia briga ou disputa por ser bem ou mal colocado num tal de ranking. A competitividade já está aí na rua, no trabalho, nas relações desumanas. Entre amigos não há competição, um estar na frente do outro é pura ilusão.

Hoje a Jovens League é (pós-) moderna. Há ranking, sorteio virtual, escolha de elencos, transações, BID. Até participante virtual teremos. Um escritor colombiano, chamado Gabriel Garcia Marquez, certa vez disse: “O que nós precisamos não é de modernidade, precisamos mais é de retroatividade”. A Jovens League trouxe uma grande revolução para nós, nobres viventes. O que era pra ser lúdico, ingênuo, travesso, passou a ser libado, conflituoso e, por vezes, transgressor. Os bate-papos entre amigos muitas vezes são levados para o assunto Jovens League e, muitas vezes (desculpe o pleonasmo), sendo levados a discussões totalmente desnecessárias e o mais grave: discussões sérias. A ala-minuta, a principal locomotiva, o frisson, a majestade, virou coadjuvante, secundária. O papel foi trocado pelo teclado, a ingenuidade pelo profissionalismo, a travessura por formosura e a brincadeira por obstinação. Até que ponto é verdadeiramente válido termos uma organização tão grande? Será mesmo essa a proposta de um bando de malucos por futebol? Não me atrevo em nenhum momento a dizer que a organização é o ópio da competição. Longe disso. Mas me atrevo a dizer que ela faz com que o que é para ser algo libertário, se torne em algo limitado, com fronteiras. E uma “competição” entre amigos, para mim, não pode assim ser. De imposições para cima de nós acho que estamos cheios. “Atravesse na faixa”, “Ultrapasse pela esquerda”, “Puxe a cordinha para descer do ônibus”, “Não estacione: garagem”. De regras já basta nossa Carta Magna, os códigos civil, penal, do contribuinte, caralhaquatro. O momento de amigos é para descontrair, discutir a verdadeira validade das regras (da sociedade), e não criá-las, recriá-las, legislar. Amizade é para ser ilimitada, não aduaneira.

O que quero deixar claro é que não estou pessoalizando esse protesto. Todos nós somos responsáveis pelo que cativamos. E nós cativamos essa competição para trazê-la viva até hoje. E bem viva, com grande expectativa de vida. É uma bonita e bela confraternização. Mas, em algumas coisas, tem deixado de ser saudável para mim. Por isso, retirar-me-ei da Jovens League. O Peñarol deixa sua marca como um clube anti-futebol-moderno e vai respirar os ares do futebol clássico uruguaio, onde os gramados tem crateras, as goleiras tem furo nas redes, o placar é trocado manualmente, o pau come durante a partida, mas, no fim, todos estão assando um churrasco no quintal do estádio, num agregado de tijolos e espetos enferrujados.


Carboneros se despedem de sua fanática torcida que sempre tomou a Arena Bessa


Avante, vida longa à Jovens League.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

FESTA EM ALMAGRO: UHR DESEMBARCA


Os moradores do bairro Nueva Pompeya estão enfurecidos desde ontem. Muitos não conseguiram dormir devido ao barulho dos rojões, que estourados em Almagro , bairro vizinho, ecoavam por toda vizinhança. O motivo do alarde vem de Amsterdã e é conhecido apenas por três letras.
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Tão logo acabou a 17ª edição da Jovens League e começaram as especulações para onde iriam os técnicos. Muitos permaneceram em seus clubes, outros escolheram a mudança de ares. Quem acompanhou essa leva de técnicos que migrou de estádio foi Felipe Uhr. O técnico mais polêmico da Jovens League anunciou na tarde de terça-feira, 5 de outubro, o seu novo recinto. “Volto a morar em Buenos Aires porém vou treinar o San Lorenzo” afirmou ao chegar na capital argentina. O anúncio de Felipe foi o início de uma grande festa no Bairro de Flores na região metropolitana de Buenos Aires. Os adeptos do San Lorenzo estão em extase com a contratação de Uhr. “ és um treinador fabuloso” disse um torcedor. Los Cuervos, como são conhecidos, foram receber, ontem mesmo, Uhr hoje no estádio Estadio Pedro Bidegain em Almagro que concedeu coletiva logo após a apresentação. Durante a coletiva Uhr falou da negociação de dois dias, da preferencia por Buenos Aires, da grande passagem pelo Ajax e do grande desafio de treinar um time centenário. “Faremos um grande trabalho, os jogadores escolhidos sao de muita qualidade” afirmou Uhr
Torcida foi ao estádio recepcionar Uhr


Elenco

O grupo de 20 jogadores, que servirão o San Lorenzo na próxima Jovens League já está definido. Nomes como Mascherano e Toldo, que já haviam trabalhado com Felipe anteriormente, estão no plantel A grande novidade é o atacante “Brasiliano” Amauri. Um dos artilheiros da Jovens League disse que irá fazer de tudo para ficar marcado na história do clube. O atacante Villa e os zagueiros Samuel e Materazzi são outros nomes consagrados que vestirão a camisa grená.

Amauri: promessa de muitos gols

O Craque

De todos os grandes atletas presentes no clube de Flores nenhum, talvez, tem tanta responsabilidade como ele. Ribery chega a Almagro com o peso da camisa 10 nas costas. O meio campo terá a missão, ao lado de Mancini e Xabí Alonso, de servir a Villa e Amauri. O craque francês disse ontem, ao desembarcar no aeroporto de Buenos Aires, que garra e raça não faltarão. Sobre ser o jogador mais feio da Liga, Riberry disparou: " Sou melhor também"

Riberry vai ser um do pilares do time de Uhr

Metas

Por fim Uhr citou na coletivaos principias objetivos do clube. “Na prmeira temporada o principal é não cair. Mas tenho certeza que alçaremos voos maiores” O treinador lembrou quem seus times vem crescendo a cada competição e por fim completou: “ Não saio daqui sem um título”


segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Rooney segue os passos de Zé do Maraca

Lembram do Zé Alcino? Atacante longelíneo, de passadas largas, de tiro certeiro, de jogadas de flanco? O jogador ganhou destaque atuando no Grêmio, clube pelo qual ganhou vários títulos de expressão. Quando defendia o Tricolor Gaúcho, em 29 de agosto de 1999, em uma partida contra o Flamengo, válida pelo Campeonato Brasileiro e disputada no Estádio do Maracanã, Zé Alcino marcou três gols na vitória gremista de 4 a 3 sobre o Rubro-Negro Carioca, recebendo então a alcunha de Zé do Maraca.

Pois bem, sabe qual a semelhança dele com a Estrela inglesa Wayne Rooney? O número da chuteira? O cabelo de Bombril? os dois traíram as mulheres grávidas com prostitutas? NÃO!!!

Esses dois GRANDES atacantes de nível MUNDIAL trocaram o Inter pelo Grêmio, de longe a maior rivalidade do Brasil, quiçá da Alface da Terra. Rooney, polêmico como sempre, comentou o fato, que fez ferver Porto Alegre.

- Rivais?? Me lixo pro Inter agora, quero que se F$#@%. Estou finalmente no maior. Vermelho agora só o sangue que suarei para dar títulos ao Grêmio. Rodrigo Bessa terá um atacante que se entrega até o último segundo de jogo - disse Rooney, bebericando pela primeira vez uma Polar bem gelada - Essa P$#%@ é boa pra C$#¨$#lho! E as mulheres nessa cidade então, nossa mãe!

Rooney e outras estrelas entréiam no Grêmio na próxima Jovens League. Vamos Tricolooooooor!


E parece que tem mais gente querendo mudar de lado...



domingo, 3 de outubro de 2010

SOY LOCO POR TRI AMERICA






A 17ª edição da Jovens League demonstrou ao mundo o que todos esperavam, Gabriel Reinaldo se consagra como maior treinador da história ao conquistar seu sexto título, sendo o terceiro pelo América de Chaves.



Com uma campanha irretocavel, com 100% de aproveitamento durante todo o campeonato, melhor ataque e artilheiro da competição o América do Mexico chegou ao seu terceiro título. A equipe campeã foi a campo com Casillas; Gallas, Toure, Bruno Alves, Gonzalo; Essien, Iniesta, Cassano; Robinho, Miccoli e Ibrahimovic. A final foi novamente contra Gabriel Luxemburgo Bessa, um treinador que procura explicações para mais uma derrota para Gabriel Reinaldo.


Ao final do jogo a torcida prestou uma merecida homenagem ao treinador Gabriel Reinaldo, que deixou o clube mas estará sempre no coração dos torcedores.


sexta-feira, 1 de outubro de 2010